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Um problema enorme requer uma solução enorme?


Nem sempre.


Sabe quando o problema é enorme e parece que para solucioná-lo você precisa ser capaz de um movimento igualmente enorme?


Nos meus estudos descobri um tal de Guigo II, um monge, que falava sobre a leitura divina. E ele dizia que essa leitura “derrama doçura na alma, restaurando a mente cansada com um simples trecho.”


E ele não era o único: Santo Anselmo dizia que ao ler um texto sagrado, seu objetivo não era chegar ao fim do texto, e sim ler apenas o suficiente a fim de despertar sua mente para a oração.


Se a gente encara a palavra “oração”, aqui, como uma iluminação; uma inspiração; um entendimento sobre o próximo passo…


Então absolutamente tudo o que você lê pode conter a solução que você busca. Não precisa nem ler inteiro, de cabo a rabo. Basta tocar no lugar certo.


Da mesma forma a gente pode olhar para a expressão. Você não precisa escrever, falar, pintar sobre tudo para transformar a sua perspectiva. Para sentir, para resolver.


Você precisa expressar O SUFICIENTE para tocar onde importa.


A questão é: você tem coragem de encostar lá, nesse lugarzinho?

 
 
 

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